sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Beijos

Delapreu
Vc faz meu coração disparar... Bjs taquicardíacos | Bjs com muita força | Bjs da menina maluquinha | Bjs belos | Bjs apertados | Bjs ansiosos | Bjs gastadores | Beijinho bem gostoso | Bjs políticos | Bjs atemporais | Bjs marketeiros | Bjs ordeiros | Bjs submersos | Bjs ofegantes | Bjs na horizontal | Bjs de mestranda | Bjs molusquentos | Bjs dorminhocos | Bjs atarefados | Bjs de souvenir| Bjs esquecidos | Bjs caseiros | Bjs ensolarados | Bj bocejante | Bjs teletransportados | Bjs speedficados | Bjs originais | Bjs empacotados | Bjs metropolitanos | Bjs praianos | Bjs informáticos | Bjs energéticos | Bjs + toques de paixão | Hj faz um mês q eu venho sendo rendida pelos seus bejjos deliciosos | Bjinhos tintos de boa noite | Bjs maravilhados | Bjs trapezistas | Bjs exaustos | Bjs contorcionistas | Bjs hipocondríacos | Bjs malabaristas. Amanhã, beijos apaixonados | Bjs cândidos | Bjs lindos | Bjs atentos | Lendo na cama. Bjs na espera | Bjs roucos | O carteiro não entregou? Bjs de selinho | Bjs de chocolate... alpino | Sensação de satisfação. Bjs imantados | Bjs de aluna | Bjs satisfeitos | Bjs quase prontos | Bjs viajantes | Bjs lunáticos | E pra vc uma mala de beijos | Bjs com sangue | Bjs de feriado prolongado | Bjs didáticos | Bjs vespertinos | ... quase virando abobora. Bjs de halloween | Bjs de agradecimento | Bjs malas | Beijos estressados | Beijos inquietos| Beijos manhosos | Guarda um pouco da loucura... Bjs incompletos | Bjs sonolentos | Bjs molhados | Adoro essa música. Bjs de sexta, sábado e domingo | Bjs sorridentes | “adoro a demora.. .qdo sinto o seu bj longo.. “ Bjs demorados | Bjs colesterol free. Bjos na boca – a vontade Carinho nas costas – 3/3 hs Massagem pescoço – 1x/ dia Dra clarissa | Bjs médicos | Bjs felizes | Te espero... Bjs boêmios | Só tenho cel... Bjs a manivela | Bjs com saudades | Bjs roubados | Bjs matinais | Bjs congelados | restaurante “ovolactovegetariano”... Bjs integrais | ... fotos. Bjs suspirantes | Bjs com quibe | Eurico seu mala! ... seus beijos anti-sociais. Bjs da extrema direita | Bjs com gostinho de quero mais | 8... 7... Bjs regressivos | Para os meus pacientes costumo prescrever... blá blá blá... Bjs úmidos | Bjs acinzentados | Bjs de orfeu | Bjs com sono | Bjs com saque.

Demimprela
Me dá um beijo na boca... Agora! | Bjs com vigor | Bjs entrando em forma | Bjs aplicando prova | Bjs de “namorado” | Bjs resignados | Bjs de boa noite. Milhões deles | Beijos de atleta | Beijos de 1 min. | Bjs sem bichos | Beijos de desabafo | Beijos selvagens | Beijos inéditos | Bjs de mecânico | Bjs apressados | Beijos criativos | Beijos decididos... e beijos de “quero opinião” | Beijos de Feedback | Beijos com MUITA certeza | Bjs paulistanos | Bjs afanados | Bjinhos de bom dia | Beijos de Anjo | Beijos elásticos | Gosto de você suadinha. Beijos de T. | Só beijos de sellinho | Beijos públicos | ... e sorrindo. Beijos que satisfazem... e uma piscadinha | 20 mim. Te ligo. Beijos imensos | 10...9... Beijos numéricos | 6... 5... Beijos na metade do caminho | Beijos na hora certa | Beijos recém chegados | Beijos fotogênicos | Beijo de rotina | Me espera pra dormi. Beijos de zumbi | Bom dia, beijo do dia | Beijos apressados | Beijos que dão trabalho | Beijos de professor | Qual será o remédio? Beijos curiosos | Beijos submissos | ... pastel na feira. Beijos MUITO saudáveis | Beijos apressados | Acelera! Beijos de prontidão | Beijos atrasados | Beijos preguiçosos | Beijos loucos | Beijo das 7. Ninguém merece | Beijos cariocas | Beijos no aguardo | Beijos econômicos... que feio | Beijos dermatológicos | Beijos de agenda | Beijos meio de bode | Yeah. Beijos de vitória | Beijos “no ponto”Noc noc. Beijos de campainha | Beijos de prontidão | Beijos submissos | Beijos curiosos | Beijos fotogênicos | Beijos na hora certa. | Beijocas bem gostosas |

Atentados 11 de Setembro - Por que?

Por quê?
 
 
 

Por quê Santos Dumont?

Alberto Santos Dumont onboard his aircraft.
Dez mil, vinte mil, trinta mil mortos? Talvez mais. Talvez milhões. Talvez o mundo todo esteja morrendo? Não.
Estou sendo otimista. O mundo já morreu.
As pessoas já morreram. Nada sobra.
Nem dinheiro, nem nada.
Nem alma, nem amor, nem perdão.
Nem choro, nem alegria, nem tristeza.
Nem tristeza?
O que é, afinal, tristeza? Que benefícios traz a tristeza?
Estou triste. E daí!?
Salvei alguma coisa. Melhorei algo?
Fiz meus alunos pensarem? Escreverem?
Questionarem? Entristecerem?
Qual o propósito?
Fazer um mundo melhor. Como?
O mundo é um triste trem viajando descontroladamente rumo a um triste infinito definido por um destino também triste.
Ah…
Não cabe a nós, no momento, questionarmos a culpa (já bastante discutida durante a guerra fria e explorada com veemência no filme “The day after”)
Ou acharmos culpados?
Por quê?
A culpa é de termos nascidos.
O ser humano é intrinscicamente mau, desonesto, ruim, maldoso e irresponsável. É cruel, selvagem.
É assassino por natureza.
Sábio Oliver Stone.
Assassinos por natureza. É o que somos. Assassinos. Ou melhor, Deuses.
Se mata-se um homem, é um assassino.
Se mata-se muitos, é um conquistador.
Se mata-se todos, é um Deus.
Eis o que somos.
Por terra, água ou mar… Deuses.
Quem disse que não podemos tirar a vida de outras pessoas?
Deus?
Onde estás, todo poderoso?
Sabes o que faz?
Como? Quando? Onde?
Será que um dia teremos respostas?
Você as dará?
De que forma? Vulcões, vendavais, terremotos? Terrorismo?
É certo que nos deu capacidade para pensar. E pensamos, criamos, desenvolvemos, estudamos, pesquisamos, lemos, escrevemos… conquistamos… e matamos.
Pensar para matar. Eis a sinopse do livro da vida. Ou melhor, pensar para matar e/ou morrer.
Não é assim que tudo acaba mesmo?
Por que então acelerar todo o processo?
A vida tem ritmo. Tem tempo. Tem naturalidade.
Ela, per se, não é stress. Não tem stress. Não deveria gerar stress.
Mas gera.
Homem branco stressado.
Louco.
Malditos brancos. Humanos. Negros. Pardos. Coloridos.
Malditos eus.
Faço sim parte desta corja.
Trabalho para ter dinheiro. Tenho dinheiro e compro muito. Então, trabalho para ter mais e comprar muito mais. Mais que meu vizinho, meus amigos, meus parentes. Preciso ter mais, mais, mais. Estou frenético. Louco. Só uma quantidade maior de sei lá o que me interessa. A quantidade é o objetivo. Mais, maior, muito…
O mais me salvará.
Dêem-me mais pelo amor de Deus!!
Pai nosso que estais no céu.
Voando.
Santos Dummont.
Por que?
Por que inventaste esta merda que desde a 1a. guerra vem enchendo nosso saco e matando tanta gente?
Voar é sonhar
É tirar os pés do chão e experimentar o mundo sensorial.
É fechar os olhos e sentir os espaços, tocar objetos desconhecidos imaginando-os lindos, ver coisas nunca antes imaginadas, cheirar lugares novos, ouvir cantos sublimes.
Voar, viajar, sonhar.
Mas não se sonha pois sonhos não levam a lugar nenhum. Objetivos são precisos.
Voa-se. Bestamente. De avião.
Viaja-se também. Sem sonho, sem brilho. Sem tesão.
Tesão. Morrendo.
Voando. Matando.
Daí vem o verdadeiro prazer.
Santos Dumont sabia disso.
Grande Deus.

(uma reflexão, na época, sobre o ocorrido)
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Ânsia


Ânsia.
Ansiedade.
Vontade.
Há controle?

Do profundo eu saem sentimentos?
Emoções?
Saem calafrios?
Não há expressão. Não há definição.

Há ânsia.
Ânsia de querer exterminá-la.
Exterminar a própria ânsia,
Pois ela teima em causar-se.

Causa a si própria ansiedade.
Vontade de resolver-se.
Dar razão.
Dar vazão.

Deixar fluir o inimaginável.
Apalpá-lo.
Deixá-lo tocar a superfície.
Trazê-lo a tona.

Compreendê-lo.
Apreciá-lo.
Admirá-lo.
Enfim, engolí-lo.

Engolido está acabado
Engolido, liquidado.
Liquidado.
Garganta seca.

Volta novamente a si próprio.
Novamente inexplicável.
Interior, profundo, enraizado.
Fixo.

Sugado e presente.
Ânsia novamente.
Novamente ansiedade.
Ânsia, na verdade, de tê-la.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

De Niro

De Niro, que falou para o Nicholson, amigo da Julia, que dormiu com o inimigo, que não era o Oliver, foi duro de matar.
É uma mórbida semelhança, já diria o Daniel, com sua insustentável leveza.
Stanno Tuti Benne. São tempos de viver.
E de abrir uma conta no Banco Nacional.

(Texto escrito nos anos 90, na ocasiao de uma campanha para o extinto Banco Nacional)

Arte

Forma diferenciada de conceber, analisar e divulgar a realidade, a partir de interpretações individuais a respeito de sentimentos, emoções, 'epidemias', culturas, enfim, do mundo... e até mesmo da própria arte.
Arte





(em algum momento nos anos 90)
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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

A Idade da Pedra

O homem já foi para a lua.
E nós... economizando energia.
As pessoas têm cada dia mais saúde.
E nós... economizando energia.
A genética moderna está produzindo seres humanos em laboratórios.
E nós... economizando energia.
A tecnologia virtual está modificando as formas tradicionais de consumo.
E nós... economizando energia.
Há algo de errado.
Deve, ao menos, haver.
Vejamos.
Somos um país costeado pelo atlântico em toda sua extensão.
Temos um clima dos mais privilegiados. Equatorial, tropical, serrano, etc...
A variedade do solo é abundante e capaz de assimilar as mais diversas culturas alimentícias.
Temos milhares de rios, e uma boa parcela deles com grande potencial hidroelétrico.
Sp apagãoTemos tecnologia capaz de construir hidroelétricas de 1o. mundo. (Aliás, temos potencial para ser um país do primeiro mundo).
Temos capacidade intelectual para prever problemas, planejar e desenvolver projetos, implantar e operacionalizá-los.
Temos políticos (alguns) capazes para dar suporte a grandes investimentos.
Temos universidades de primeira linha formando profissionais altamente capazes.
Temos tudo.
Temos nada.
Não temos nem energia.
Estamos no escuro.
Quem diria.
Onde estamos?
Ou melhor.
Quando estamos?
Idade da pedra?
2001. Uma odisséia no espaço. Sem espaço.
Macacos. Só macacos.
No filme, eram macacos que erguiam pedras sobre suas próprias cabeças e gritavam. Macacos intuitivos que lutavam e se alimentavam. Faziam ferramentas e caçavam. Sobreviviam.
Agora, macacos que choram. Agonizam. Gastam.
Macacos que fazem tudo errado. Corrompem, roubam, manipulam.
Macacos que cegam.
Macacos me mordam.
Se tornaram gente. Que volta, novamente à idade da pedra.
A idade da escuridão. Do apagão. Do comércio sem eletrodomésticos. Dos cabelereiros sem secadores de cabelo. Das casas sem televisão. Do banho sem aquecimento. Das escolas sem computadores.
Do cristo sem luz.
E ele que sempre foi brasileiro. Apagado.
Como vai proteger o casal que passeia a noite de mãos dadas. Embelezar a formosa e famosa lagoa Rodrigo de Freitas? Como vai iluminar a Augusta, gerar bons e lucrativos negócios na Paulista? Iluminar as baianas e o elevador Lacerda? Fazer brilhar o centro antigo do Recife?
Manter os longos e tão falados almoços mineiros? Como alumiar o Espírito Santo, Vila velha? As cataratas do Iguaçu? Como enxergar os gaúchos tomando chimarrão, o cearense dançando forró...
... o brasileiro pulando carnaval?
Pulando de galho em galho.
Novamente, macaco.
O grande macaco das adaptações.
Adaptou-se à pobreza, à corrupção. À sacanagem, à libertinagem.
À televisão. À novela das oito.
Ao futebol diário. Ao Guga.
À fila nos bancos, correios, padarias, shows, estádios, pedágios...
Adaptou-se a tudo.
Adapta-se a tudo.
Adaptou-se ao sol. Ao calor. À iluminação.
Adaptou-se, sobretudo, a ter vontade própria.
Vontade de sentar-se no escuro e contemplar a lua. Ir ao cinema, escurinho e aproveitar um bom filme. Esperar pelo eclipse do sol, só para ver a noite no dia. Fechar os olhos e ficar no escuro, só por ficar.
Vontade de mover-se para frente. Não para trás.
Idade da pedra? Passou.
Macacos. Chega.
Passado. Morreu.
Luz. Cadê?
Sobrou a lua.
Será que dá conta?

 (Artigo escrito na ocasião do primeiro apagão no Brasil)
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A Cultura do MAIS


Temos uma casa. Queremos mais.
Temos dinheiro. Queremos mais.                           
Temos conforto. Queremos mais.
Temos comida. Queremos mais.
Temos sexo. Queremos mais.
Temos tudo e queremos mais.
Que mais queremos?
Quanto mais temos, mais queremos. Quanto mais queremos, mais temos...
Querer não é poder.
Querer é ter.
Querer é poder ter.
Querer é poder para ter.
É ter poder.
Ter, portanto, é poder querer.

Interessante trilogia: querer, poder, ter.

Querer mais. Poder mais. Ter mais.
Querer mais.
Por quê? Por que queremos mais?
Nada é suficiente. Nunca.
Querer é impulsionar para frente. Estimular, motivar.
Progredir, não estagnar, mover.
Não querer é morrer. Parar, imobilizar, engessar... Até mesmo, retroceder.

“Quem quer tudo nada tem”.

Atualmente... será?

Quem quer tudo, tudo tem. 

Bem melhor. Querer é bom. Querer mais, melhor.
Poder mais.
Poder?
Quem pode?
Pode quem tem.
Tem poder quem tem.  Quem manda, direciona, aponta, gerencia, organiza, dirige, comanda e governa tem.
Tem, e tem poder.
Quanto mais tem, mais tem poder.
Quanto mais poder se tem, mais se tem.

“Manda quem pode. Obedece quem tem juízo.”

Será?

Manda quem tem. Obedece quem não tem.

Melhor assim.
Ter mais.
Tem-se que ter.
Tem-se que ter mais. Sempre mais.
Ter é obrigação.
Compromisso, determinação, dever, encargo.
Encargo de ter. E também de ser.
Ter também é ser. Ser também é ter.
Não somos. Temos.
Quanto mais temos, mais somos.

“Penso, logo existo”

Novamente... será?

Tenho, logo existo. 

Tenho mais, não só existo. Transcendo.
Agora sim.
Temos, portanto:
“Quem quer tudo, tudo tem”, “Manda quem tem, obedece quem não tem” e “Tenho, logo existo”.
Pura lógica. Analogia de conceitos. Comparações.
O resultado: sociedade moderna, consumista, capitalista e feliz.
Lutamos para querer, ter e poder. Lutamos para ser.
De fato, somos. Só um pouco.
Não queremos o quanto desejamos. Não temos o quanto gostaríamos. Não podemos o quanto aspiramos... não somos o quanto almejamos.
Deveríamos querer, ter e poder mais.
Seríamos mais.
O quê?
Não sei.
Só... mais.

Inteligência

Capacidade de viver a vida de uma forma agradável, saudável e feliz - sempre em harmonia com o meio ambiente - resolvendo os problemas que surgirem da melhor maneira possível, sempre satisfazendo seu "eu" interior.
(1995)

Selva Pavimentada

Nêm ônibus, nem trêm bala, avião, F1 ou ônibus espacial.
Talvez nem mesmo os potentes e perigosos Dragsters americanos coloquem em risco a vida de pessoas inocentes da mesma forma como as nossas são colocadas quando sentamos à frente de um volante, e nos metemos a encarar mais uma estrada brasileira.
É simplesmente inconcebível estradas em tais condições.
 
Inconcebível já é o estado de pequenas e "pouco movimentadas" estradas que, como se não tivessem nenhuma importância, são simplesmente esquecidas, abandonadas. Sem placas, sinalização, acostamento e muitíssimo mal iluminadas, elas, as "pouco movimentadas" (durante o inverno) se transformam em verdadeiras serpentes prontas para dar o bote; sem maldade, sem piedade... simplesmente por serem fruto de um relaxo, de uma indisciplina, de um irresponsabilidade por parte de seu criador.
Criador este, ináceitável como tal, quando passamos de pouco movimentadas à extraordinariamente vilentas.

RodoviaMogi-DutraImage via Wikipedia
São as Dutras, as Brs da vida.
Pior que serpentes, são a própria selva. Selvagem  como quem as habita, como quem as frequenta.
Estou falando de uma selva rodoviária, pavimentada, onde nem o mais forte, o maior ou o mais rápido sobrevive. Todos estão expostos, suscetíveis a um final abrupto, cruel e indecente. Um final que assusta, apavora... faz pensar.
Estou assustado, apavorado e penso em como cheguei vivo a Campinas, vindo da 'Cidade Maravilhosa', após 7 horas de viagem pela serpende Dutra, no último dia 03, a noite, chovendo, e forte.
Talvez tivesse sido melhor ter vindo de trêm bala, avião, ou até mesmo um ônibus... espacial, é claro.
Mas vivo, e sem precisar ter tido sorte para isso.
(1996)

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